Mostrando postagens com marcador Americano de Calçado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Americano de Calçado. Mostrar todas as postagens

31 de março de 2022

É muito mais que futebol

 Ontem (30), fui assistir o Fla-Flu com meu filho em sua casa. Léo é tricolor por obra e (des)graça da mãe. Eu, como pai botafoguense, estou pagando o que fiz com o meu, que era flamenguista.

Mas, como dizem, pai é pai, e não sendo contra o Botafogo acabo torcendo para a felicidade de meu filho, nunca para o Fluminense

A partida indo para o fim, o Flamengo apertando. Léo praguejando contra o Abel, técnico do Flu, quando, em um contra-ataque, o Tricolor marca seu primeiro gol. Gritaria de alegria na sala! Depois o abraço apertado entre pai e filho.

Mais uns minutos, outro gol do Flu! O do alívio... A cena se repete.

No segundo abraço me vi abraçando o Léo em 1995. Ele com 9 anos, pela primeira vez vendo seu Fluminense ser campeão, com o histórico gol de barriga de Renato Gaúcho, em cima do mesmo Flamengo.

Fazia tempo que não abraçava tanto meu filho! Alegrias momentâneas, mas eternas no coração e na memória, que só o futebol proporciona.

"É muito mais que futebol", disse alguém um dia... E é verdade, o que de melhor pode querer um pai que dar um abraço de felicidade no filho amado? 

Minhas grandes paixões de infância são o Americano Atlético Clube, o azul e branco de minha São José do Calçado, e o Botafogo. Depois de homem feito tive de juntar mais uma paixão às outros duas: o Léo Futebol Clube, representado pelo Fluminense, por quem jamais torcerei. Torço para ver o Léo Futebol Clube feliz! 

É muito mais que futebol



18 de novembro de 2016

A chuva que lava a alma

Uma chuvarada me pegou no meio da rua. Que delícia sentir a água caindo em meu corpo, o friozinho no rosto, a alma lavada...
Lembrei de minha infância em São José do Calçado. A chuva ameaçava cair, e a molecada logo corria parar jogar bola no campo do Americano, que ficava encharcado quando chovia.
Momentos assim, simples, são os melhores da vida.


Uma chuvarada me pegou no meio da rua. Que delícia sentir a água caindo em meu corpo, o friozinho no rosto, a alma lavada... Lembrei de minha infância em São José do Calçado, quando a molecada ia jogar bola no campo do Americano, que ficava encharcado quando chovia. Momentos assim, simples, são os melhores da vida.

14 de outubro de 2014

Pelo Jorge do Biné ninguém passava, nem Garrincha e Pelé

O time do Americano de São José do Calçado ( ES ) em 1969. O Jorge do Biné é o 3º da esquerda para a direita
Quando eu era garoto
Lá em minha querida
São José do Calçado
Era torcedor do Americano
Que tinha um time
Danado de bão!
Não tinha
É certo
Garrincha e Pelé
Mas tinha o craque Faustinho
E o grande Jorge do Biné
O maior lateral-direito
Que o mundo já viu jogar
Nunca ninguém
Teve tanta categoria
Para distribuir tanto pontapé
Da cabeça para baixo
Era tudo alvo
Das cacetadas
Do raçudo Jorge do Biné
Quando a bola passava
O adversário estatelado
No chão ficava
Ao Jorge do Biné
Ninguém driblava
Nem mesmo o genial Garrincha
Ou o inigualável rei Pelé.

20 de março de 2013

Paixões de minha infância

Paixões de minha infância- Interrogações
Esquadrão do Americano de São José do Calçado

A foto é da equipe do Americano Atlético Clube, de São José do Calçado ( ES ), cidade onde nasci. Foi minha primeira paixão futebolística, o azul e branco; ao lado do Botafogo, que acompanhava pelo rádio.
Com a chegada da televisão o futebol no interior praticamente acabou. Antes, lá pelos meados da década de sessenta do século passado ( quando a foto deve ter sido tirada ), era uma grande festa os clássicos memoráveis com nosso rival Motorista, o outro time da cidade. Sem falar nos campeonatos entre as cidades próximas: Bom Jesus do Itabapoana e do Norte, Apiacá, Guaçuí, Alegre, Mimoso do Sul, Muqui, Castelo... Era um sufoco jogar "no prego" dos adversários como se dizia à época, e não poucas vezes os visitantes saiam corridos de uma cidade. Todos abaixados sobre a carroceria do caminhão que fazia o transporte das equipes. E fugindo sob uma saraivada de "mamuchas" de laranja que eram disparadas contra os "inimigos" pela molecada.
Ainda me lembro de parte do Hino do Americano: Americano é o  maior/ Que coisa louca/ Que coisa rara/ Americano não respeita a cara.
Bons e saudosos tempos. Mas, como dizia João Saldanha, vida que segue... 

21 de janeiro de 2013

Melhor que Xavi, Iniesta e Messi só Franco, Lé e Tão do Americano de São José Calçado


Tá certo que  o trio do meio-campo do Barcelona, formado por Xavi, Iniesta e Messi é fantástico, genial mesmo, mas nada que se compare à linha média do glorioso Americano Atlético Clube de São José do Calçado ( ES ), onde nasceu este lindo, gostoso, genial e humildoso Barão de General Severiano. O trio era formado por Franco, Lé e Tão e encantou os que o viram bailar pelos gramados do Sul capixaba e Norte fluminense lá pelos inícios da década de sessenta do século passado. Se houvesse justiça neste mundo os três estariam em qualquer seleção de melhores jogadores de todos os tempos que fosse feita, mas o  mundo é injusto, e o genial trio ficou esquecido no tempo.
Para também não ser injusto, devo dizer que no outro time lá de Calçado, de menor expressão, um tal de Motorista, atuava Ari Mello, um fantástico meio-campista que deu azar de jogar pelo time errado. Coisas da vida.
O Americano e o Botafogo são as duas paixões de infância deste Barão e ainda me recordo de parte do Hino do azul e branco:
Americano é  o maior/ Que coisa louca/ Que coisa rara/ Americano não respeita a cara. Genial, a letra, não?