A terra prometida do Barão
13 de novembro de 2023
A terra prometida do Barão
29 de outubro de 2023
A médium traduz latidos para o espanhol
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12 de julho de 2023
O segredo do Botafogo
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24 de março de 2023
Também vou virar ladrão de joias
4 de março de 2023
6 de fevereiro de 2023
Por que não vou torcer pelo Invencível Mengão no Mundial de Clubes
Comunicado do Barão
4 de janeiro de 2023
Vencemos o fascismo
Editorial do Barão
5 de novembro de 2022
Sou um irrecuperável "espírito de porco"
Pensamentos do Barão
12 de outubro de 2022
Os "ixpexialixtas" e Botafogo
A mídia e o Botafogo
21 de setembro de 2022
Porque não fui ao funeral da Betinha II
Aviso do Barão
12 de junho de 2022
Irritando um "urubuminion"
Fui caminhar e, quando estava fazendo uns alongamentos, me aparece um dos bilhões de pacatos e ordeiros torcedores do Invencível Mengão. Daqueles formados pela telinha da Globo nos anos 80 e 90 do século passado e que tem a mais absoluta certeza que o futebol só passou a existir depois do surgimento do Zico- que, na cabeça do "urubuminion", jogou infinitamente mais que Garrincha e Pelé... juntos!
Depois de irritá-lo bastante, tomei meu rumo... Um dos prazeres da vida, da minha, ao menos, é desmontar as "verdades absolutas" de fanáticos de qualquer espécie. Sim, sei que não vou mudar a opinião deles, até porque a fé é mais forte que a razão. Pensar cansa e gera dúvidas. Mas irritar um fanático, além de ser uma tarefa fácil, é uma delícia!
😁😁😁😀😀😀💭💭💭😂😂😂😅😅😅😇😇😇😄😄😄
12 de maio de 2022
Treta do Barão logo cedo
Treta do Barão logo cedo
10 de março de 2021
Como se pode tirar o bem mais sagrado que um homem possui, a sua liberdade, e depois anular o processo porque o julgamento ocorreu em "local errado"
Editorial do Barão
20 de fevereiro de 2021
Do Barão para Fábio Farias: quando o time não ganha o primeiro a cair é o técnico
BarãoNews urgente
15 de fevereiro de 2021
Barão ao chão
Barão ao chão
Hoje (15), bem cedinho, como sempre, levei minha nobre estrutura física para caminhar. Tudo corria às 998 maravilhas quando meu supedâneo canho encontrou um cabouco no solo do Distrito Federal. Quedei-me, então à superfície, que um Barão "não cai no chão" como vocês, ignaros plebeus.
Como tenho histórico de atleta, além de algumas esfoladelas no geolho esquerdino, nada de mais ponderoso ocorreu. Saco!
😡😡😡😈😈😈💩💩💩😱😱😱
8 de outubro de 2020
Nélson Rodrigues define o torcedor do Botafogo
Todos os torcedores de futebol se parecem entre si como soldadinhos de chumbo. Têm o mesmo comportamento e xingam, com a mesma exuberância e os mesmos nomes feios, o juiz, os bandeirinhas, os adversários e os jogadores do próprio time. Há, porém, um torcedor, entre tantos, entre todos, que não se parece com ninguém e que apresenta uma forte, crespa e irresistível personalidade. Ponham uma barba postiça num torcedor do Botafogo, deem-lhe óculos escuros, raspem-lhe as impressões digitais e, ainda assim, ele será inconfundível. Por quê?
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16 de setembro de 2020
Breve o primeiro culto da PICA do Barão
11 de agosto de 2020
Sugestão do Barão ao Bozo
Você não é macho?! Faça isso e quero ver se fica mais um mês no cargo. Mandar os pobres para o matadouro é fácil.
22 de fevereiro de 2020
Resposta do Barão de General Severiano à urubuzada invejosa
Qual o problema? Pelé era Vasco; Roberto Dinamite, Botafogo; Andrade idem; Júnior, Fluminense; Gérson começou no Flamengo, foi virar craque no Botafogo e também sempre foi Tricolor; Rivelino, maior ídolo da História do Corinthians, era Palmeiras. Mas a inveja que vocês têm de não terem tido os maiores craques do futebol brasileiro quando este mais brilhou os faz dar importância a besteiras como essa. Aliás, o Rui Castro, flamenguista, que escreveu a biografia do Garrincha, afirma que ele não torcia pra ninguém e nem gostava de ver jogo de futebol, o negócio dele era jogar bola, em qualquer lugar. O que também não tem importância nenhuma, o que importa é que a alegria do povo era do Botafogo. Aliás, essa é uma das diferenças entre nós. Nosso maior jogador foi apelidado de "a alegria do povo", lindo, né? Já o de vocês é "o galinho de Quintino". Coisa mais brega!
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| Mané Garrincha, a alegria do povo, o mais querido jogador guardado na memória afetiva do povo brasileiro |
9 de dezembro de 2019
O menino que lia sem saber ler
Logo me tornei o melhor aluno da sala em leitura.
Um dia d.ª Merinha, minha primeira professora, estava indo para o grupo escolar e quando passava em frente à loja de meu pai, minha mãe a chamou e perguntou:
- Merinha, como vai o Zé Antonio?
- Ah, Carmen, ele é uma gracinha (Sou mesmo!), lê que é uma beleza! Aprendeu primeiro que todo mundo. Passo o ditado e ele lê tudo sem errar uma vírgula!
- Ele não sabe ler, Merinha!- diz minha mãe.
- Como não sabe?! Não estou dizendo que ele é meu melhor aluno!- retruca Dona Merinha.
- Vem cá- diz minha mãe-, me chama, pega uma revista O Cruzeiro, abre em uma reportagem e me manda ler.
Não li nada. Não sabia ler.
- Mas como pode?!- diz a professora.
- Também não sei, mas acho ele decora o que você dita e depois repete tudo. Como ele faz não faço a mínima ideia!- diz minha mãe
E lá fui eu tomar aulas particulares com d.ª Merinha para aprender a ler. Aprendi rapidinho.
Gênio, ainda que lindo, gostoso, porém humildoso, como este genial Barão de General Severiano, é sempre um ser deverás complicado.





