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5 de março de 2021

OAB, ABI e outras entidades da sociedade civil precisam reunir familiares de mortos pela Covid-19 e ir à Justiça contra o sociopata

 Editorial do Barão

Já passou da hora de entidades da sociedade civil como OAB, ABI e outras, reunirem familiares de brasileiros mortos pela Covid-19 e entrarem na Justiça contra o monstro moral e ético que é o atual detentor do cargo mais importante do Brasil.
Não dá mais para aceitar o que este sociopata vem fazendo. Existe uma coisa que se chama decoro, respeito à liturgia do cargo e aos cidadãos do país. Todos esses atributos passam longe do crápula que preside a nação brasileira atualmente, que nem a memória dos milhares de brasileiros mortos pela pandemia respeita.


No quadro: filha compartilha última troca de mensagens com a mãe, morta por Covid-19
Imagem: Reprodução/Twitter

Filha compartilha última troca de mensagens com a mãe, morta por Covid-19 Imagem: Reprodução/Twitter


5 de abril de 2018

Governo vai lançar o programa Minha OAB Minha Vida

Bem,como agora no Brasil temos mais juristas amadores que técnicos de futebol, o governo vai lançar o programa Minha OAB Minha Vida para distribuir carteirinhas da Ordem para os advogados carentes. 
E assim vamos nós, de lei em lei, nos tornando, dia pós dia, uma Nação mais sem lei! 

Minha OAB Minha Vida

17 de outubro de 2016

Brasil cria novo tipo de analfabeto: o com diploma universitário

Na prova da OAB paulista apenas 17,98% dos 28.165 candidatos que fizeram o exame foram aprovados.
O Brasil inventou um novo tipo de analfabeto: o com diploma universitário.
Nós, brasileiros, somos foda!



Brasil cria novo tipo de analfabeto: o com diploma universitário

10 de dezembro de 2013

Roberto Dinamite enxovalha história do Vasco

Roberto Dinamite enxovalha história do Vasco
O presidente do Vasco, Roberto Dinamite, não disse uma palavra sobre a selvageria entre a torcida organizada de seu clube e a do Atlético do Paraná. O timeco por ele montado, que não honra as tradições do Vasco, levou de 5, foi rebaixado e Dinamite quer virar a mesa sob a alegação que a partida contra o Atlético ficou parada mais de 60 minutos devido à briga das torcidas.
Deviam é procurar saber quem financiou a viagem dos torcedores brigões até Joinville. Aposto que foram financiados pela própria diretoria do Vasco. Vai arrumar um time decente, Dinamite, ou então deixe a Presidência do clube e poupe seus torcedores, já sofrendo bastante, de uma palhaçada dessa.
Leiam o que diz um grande vascaíno sobre o assunto:
Torcedor do Vasco, o advogado carioca Wadih Damous - presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB e da Comissão da Verdade do Rio de Janeiro – criticou duramente a direção do clube por querer garantir uma vaga na série “A” do Campeonato Brasileiro, que perdeu no campo, no velho e conhecido tapetão”:
“Comemoramos nossas vitórias e choramos nossas derrotas com a altivez dos gigantes e não com a pequenez dos malandros”, afirma o advogado.

E mais: “o Vasco foi rebaixado por ter uma diretoria incompetente e um péssimo time, que não honra a grandeza do clube. Mas perdeu dentro de campo e só dentro de campo pode pensar em voltar. Por oportunismo eleitoral, um antigo personagem das trevas ressurge e quer os pontos no tribunal. A diretoria, com a sua fraqueza de sempre, se deixa levar pelo lúgubre canto da sereia e está impugnando a partida contra o Atlético Paranaense. Essa é uma desonra maior que o rebaixamento. Vitória no tapetão é derrota moral, indigna dos verdadeiros vascaínos”.

28 de setembro de 2012

Advogada evangélica abandona profissão por não querer entrar na "Vara"

Inusitado pedido de uma advogada do Rio de Janeiro 
Se não acreditar, consulte o site da OAB/RJ - vá em 'coluna dos inscritos' e digite o nº de inscrição registrado na petição (abaixo):

Exmº. Sr. Dr. juiz da 16ª. Vara do Trabalho do Rio de Janeiro. Jocilene Couto Nascimento, advogada do reclamante Valeiro Gomes Pliger da Silva, vem, ante a presença de V. Exª, informar que, de uma forma ou de outra, resolveu renunciar aos poderes doados pelo autor na folha da procuração. Que a presente renúncia tem motivos justificadores suficientes, trazendo desânimo até a alma; senão, vejamos agora: 1 - A ilustre advogada renunciante é considerada pela maioria a maior advogada de Duque de Caxias (RJ), a mais brilhante, pois sou competente, conheço muito o direito, o errado e o certo. Minha insatisfação é originária da mudança no nome de 'Justiça do Trabalho'. Antes, chamava-se Junta de Conciliação e Julgamento e agora passou a chamar-se "Vara". Esta nova denominação me trouxe e me traz diariamente imensos e grandes constrangimentos. 2 - Antes, para vir fazer audiências ou acompanhar processos eu entrava na Junta, e agora sou obrigada a dizer "estou entrando na Vara", "fui à Vara", "fiquei esperando sentada na Vara". Não concordo. Sou mulher, evangélica e não gosto de gracejos. Deixo a "Vara" para quem gosta de vara, funcionários, varejistas, homossexuais, fiquem na vara, permaneçam na vara, trabalhem com vara. Saio desgostosa por não concordar com o termo pornográfico, vara pra lá, vara pra cá... 
Em tempo: 
Outro dia, estava entrando no prédio da Justiça do Trabalho e o meu celular tocou. Era meu marido. Ele perguntou: onde você está? E olha só o constrangimento da minha resposta: "Entrando na décima Vara".
Assim, comunico minha renúncia. Já comuniquei verbalmente a meu ex-cliente, tudo na forma da lei.
Assim posto, peço e aguardo deferimento. São João de Meriti - Rio de Janeiro, 05-05-2002. Jocilene Couto Nascimento - Advogada / OAB - RJ 83.191.

Eu não vou rir, juro que não...até porque também não gosto de entrar na "Vara"!