Mostrando postagens com marcador compadre. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador compadre. Mostrar todas as postagens

12 de julho de 2016

O capitalismo de compadres brasileiro manda no Congresso

"A Justiça Eleitoral diz que dez empresas fizeram doações para todos eles. Empreiteiras pagaram a campanha de 202. Os bancos, de 197. Frigoríficos, com a Friboi à frente, financiaram 162 dos eleitos. O agronegócio tem 118 deputados. As mineradoras, 85." Mario Sérgio Conti
Os que deveriam ser os representantes do povo são tudo, menos representantes do povo.
Representam os interesses de setores que vivem das benesses do Estado brasileiro. É o capitalismo de compadres, financiado por nós, os contribuintes-otários.
Isso não é democracia- é, isso sim, uma plutocracia corrupta e reacionária (no sentido pejorativo do termo).
Significado de Plutocracia
s.f.
Forma de governo cujo poder e/ou predominância são conferidos aos ricos; timocracia.
O domínio do poder pelos ricos.
A interferência dos ricos (da elite econômica) no exercício do poder numa sociedade e/ou governo.
(Etm. do grego: ploutokratia.a) 
O capitalismo de compadres brasileiro manda no Congresso

20 de janeiro de 2013

O dia que João Pimenta "pescou" a comadre

Interrogações- Pescando sem peixe

João Pimenta era uma figura queridíssima em São José do Calçado; baixinho, barriga proeminente, alegre, expansivo, boêmio, amigo de seus amigos, vereador e "dono" do boi pintadinho mais popular da região. Além destas qualidades, João tinha outra, talvez a maior delas: era versado em um rabo-de-saia.
Certa feita nosso João foi fazer uma visita cordial e íntima, muito íntima, a uma sua eleitora e comadre lá pelas bandas da Rua Nova, depois do antigo  matadouro. Após cumprir suas obrigações políticas, compadrescas e, digamos, fornicativas, está se retirando furtivamente da casa quando avista uma das fofoqueiras-mor da cidade. Tentando disfarçar, pega uma vara de pescar que se encontrava encostada ao lado da porta da casa e finge estar pescando em uma poça d'água que a chuva havia formado na rua. A candongueira se aproxima e dá-se o seguinte diálogo:
- Tá fazendo o quê por aqui, João?
- Uai, tô pescando, num tá vendo?
- Tô, mas a vara não tem linha nem anzol, tá vendo não!?
- Eu sei, fulana, mas tem problema não, aqui também não tem peixe, num tá vendo?!
Despediu-se, ajeitou a calça por sobre a formosa pança e, altivo, foi-se...

18 de fevereiro de 2011

Venha sentar em La Pica De Mi Compadre



Eu como estou feliz em Te Uku
E não vou sair tão cedo
Não vou visitar Caraglio

Se quiser ir ao Chile
Não deixe de sentar
Em La Pica De Mi Compadre
E goze de suas delícias
Vai ser muito bem servido