Polícia Militar na Universidade de São Paulo ( USP ); invasão da Cracolândia; despejo com uso de força dos invasores do Pinheirinho, não são fatos isolados, a direita brasileira, que se encontrava sem rumo e envergonhada, bota suas garras de fora e governa o mais poderoso Estado brasileiro.
Geraldo Alckmin deixou os falsos pudores sociais-democratas que deram origem ao PSDB e assume o posto de líder da direita nacional, uma força poderosa que começa a se rearticular no Brasil com a velha cantilena de manter a ordem, a autoridade e acabar com a "baderna" reinante no País. O velho discurso que elevou ao governo duas figuras patéticas e desequilibradas: Jânio Quadros e Fernando Collor de Mello.
Alckmin não tem o carisma dos dois, mas é muitíssimo mais perigoso: frio, calculista, vai conquistar vastos setores da classe média conservadora e tem por trás de si o apoio poderoso do Opus Dei.
Em minha modesta opinião vai se candidatar novamente à Presidência, agora sem as máscaras de social-democrata, que nunca foi, que o tolheram no pleito em que foi derrotado por Lula.
Um fato me intriga: até agora não vi ninguém perguntar ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o principal líder do PSDB, sua opinião sobre as atitudes de Geraldo Alckmin à frente do governo paulista. Por que será?
A ligação de Alckmin com o Opus Dei você lê aqui:
Estadão.com.br
Para saber o que é Opus Dei vá em:
Wikipédia