21 de maio de 2010

Urubules-Manhosus

Twitter - gozação com Fla

Ivete Sangalo comanda torcida dos Gaveanos rumo ao Mundial!!! Hihihi...hehehe...hahaha...Nada como um dia depois do outro. Lembrando Nélson Rodrigues: "Estão chorando lágrimas de esguicho!"


Descobriram uma nova espécie de pássaro: Urubules-Manhosus...









E foi a Universidad do Chile, imagina se fosse Harvard, Oxford, Cambridge, Sorbonne, Princeton...a humilhação seria muito maior!




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20 de maio de 2010

As peripécias de Jilózinho e Totó

A JTWN- Jilózinho And Totó World News, a maior agência de notícias do cone sul e, segundo Jilózinho, também dos cones norte, leste e oeste, fez uma entrevista com Maluf. Nossos argutos jornalistas se deslocaram até São Paulo para entrevistar o famoso político, acusado em vários processos de desvio de dinheiro público, apropriação indébita, lavagem de dinheiro, etc...etc..

Eis o relato da entrevista feita por nossos insuperáveis parceiros da JTWN:

- Jarrão, diz Jilózinho, acabamos de entrevistar o Maluf aqui em São Paulo e estou te ligando para pedir um dinheiro, estou sem nada, o Totó também está durinho. Manda algum que não temos nem  para comer.

- Mas o que houve?- indago.

- Demos tudo pro pobre do Maluf, ele está numa situação muito difícil, chorou tanta miséria que ficamos com pena e demos nosso dinheiro a ele. Até os cartões de crédito emprestamos ao pobre...uma tristeza!

- Mas ele mora numa mansão e é podre de rico, como vocês foram cair na lábia dele, suas bestas!- digo exaltado ao telefone.

- Ué, ele falou que a casa não é dele, mora de favor lá e com a perseguição injusta que vem sofrendo do pessoal d o Ministério Público, não pode usar os mihões de dólares que roubou honestamente por anos de trabalho incansável em prol da nação brasileira. Até nos mostrou alguns milhõezinhos de dólares que guarda em casa mas não pode usar por serem lavados. Totó está indignado com tamanha injustiça vou passar o telefone pra ele.
 - Toinha, coitado do Malufinho, tá numa situação periclitante- diz Totó- cheio de dólares, tudo lavadinho, bem passadinho e arrumadinho- ele é muito caprichoso- e não pode usar só porque o dinheiro é lavado, não sabia que ser higiênico é crime...quer dizer que essas notas porcas que usamos pode e as do Malufinho, tinindo de novas e limpinhas não pode? Tá errado, é muita injustiça...

- Meu Deus!- digo- mas e a entrevista, vocês fizeram?
- Fizemos, mas ele só diz que não sabe de nada, está sendo perseguido injustamente e chora, chora sem parar, acabei chorando junto. O homem é tão bom que abriu a única garrafa de Whisky que tinha lá para servir o Jilózinho. O mal-educado bebeu quase tudo!
-Sei, fora isso não aconteceu mais nada?- pergunto, nervoso.
- Bem, só pediu nossos documentos e nos deu uns papéis pra assinar, disse que vai usar minha conta bancária, mais a do Jilózinho, para depositar uma merreca e levantar uns empréstimos- coisa pouca, depois que melhorar a situação ele acerta tudo com a gente. Fiquei feliz em ajudar, o problema é que ficamos durinhos, manda algum aí pra gente comer, pagar o hotel e ir embora. O Malufinho falou que depois acerta com você. Estou tão feliz Toinha, você me conhece desde criança e sabe o quanto eu e Jilózinho adoramos ajudar os mais necessitados e o Malufinho dava de dar dó...Ó, tô indo pro banco, manda o dinheiro, você podia até mandar algum a mais pro  Malufinho, ele vai ficar alegre...

É como diziam os antigos: " Aonde fui amarrar minha égua!"

Recebemos mas não recebemos

Meu tio Féres, foi quem deu início à saga da família Lahud no Brasil; foi um dos milhões de imigrantes que aportaram por aqui nas grandes levas imigratórias ocorridas nas primeiras décadas do século XX. Depois de alguns anos trabalhando como mascate abriu(1922) em Calçado a Casa Libaneza( com Z ) e algum tempo depois trouxe o irmão- meu avô- para ser sócio dele na venda, como se dizia à época. Como por todo o Brasil, por onde se espalharam, várias histórias de "TURCOS" foram criadas e passaram a ser parte do folclore nacional. Vou contar uma de meu tio que meu pai adorava.

O ano era 1936, chega um vendedor para cobrar Seis contos de Réis, débito decorrente de uma venda que fizera a meu tio Féres. Em verdade, o vendedor havia chegado uns 10 dias antes do combinado e pegou o tio desprevenido pois era uma quantia relativamente alta. Sabedor das dificuldades de transporte e comunicação naqueles tempos, Féres chama Jair Mello, seu funcionário, e diz: " Jair vai na casa do Quiquito e pede a ele pra mandar Seis Contos de Réis para  pagar o rapaz aqui, ele me deve mais do que isso e depois acertamos."

Cerca de uma hora depois, volta o Jair e, com ar desconsolado, comunica ao tio: " Olha seu Féres, falei com seu Quiquito e  ele disse que o peguei de sopetão e ele não tinha a quantia no momento, mas me mandou pegar com o Casulito, que deve um dinheiro a ele; fui lá na casa do Casulito e ele também não tinha o dinheiro, mas falou para debitar os Seis Contos de Réis na conta dele pois tem dinheiro com o senhor, decorrente da venda do café dele que o senhor vendeu...é isso!"


Tio Féres coçou a cabeça, olhou para o vendedor, pensou um pouco e decretou : " Jair, debita lá no livro, recebemos mas não recebemos...Seis Contos de Réis!

Ao atônito vendedor restou filar a bóia e voltar na data correspondente ao pagamento da fatura.

19 de maio de 2010

É um fenômeno


Sem comentários...

Brasil Exemplar

Estava para comentar aqui a declaração do líder do governo no Senado, Romero Jucá, sobre o pedido de urgência na votação do projeto Ficha Limpa: " O projeto é da sociedade, o governo não tem obrigação de apoiá-lo". Nada mais esclarecedor sobre o papel do Estado no Brasil: nós, a sociedade, que o governo supostamente deveria representar, somos apenas um detalhe, existimos no intuíto de sustentar a burocracia do Estado e ficar com as migalhas que porventura sobrem da grande festa de mordomias, corrupção, nepotismo, empreguismo, pagos com os escorchantes impostos que somos OBRIGADOS a recolher para sustentar um Estado obeso na hora de cobrar e bulímico na hora de nos devolver os serviços pelos quais é (ir)responsável.

Vemos, nós brasileiros, o Estado como uma coisa poderosa e inatingível, acima do bem e do mal- Um Deus- que tudo pode e nada deve. E tome imposto para sustentar o voraz Deus e seu séquito de "anjos".

Somos herdeiros do Absolutismo,  da abjeta escravidão, dos " Coronéis" de patente comprada...enfim, do garçom que, subservientemente, chama todo mundo de Doutor, do " sabe com quem está falando!", não como interrogação, mas como exclamação de um poder que não tem, mas um amigo ou parente tem.... o poder de se sobrepor às leis...como o velho, atual!, ditado: " Aos amigos tudo, aos inimigos a lei."

Um país onde assassinos covardes como aquele Pimenta sei lá de que, mata a ex-mulher covardemente e continua livre, onde um Maluf tem prisão decretada no mundo todo e aqui, onde praticou seus crimes continua solto e é deputado federal pelo Estado mais rico da Federação. Um sociedade autoritária , onde o Estado não cumpre seu papel constitucional e, para aplacar a miséria de boa parte da população, distrubuí Bolsa-Família e se vangloria disso...é uma vergonha...um escárnio...onde professores ganham uma miséria e vagabundos ganham salários altíssimos para não fazerem nada, a não ser puxar-saco dos canalhas que os nomearam...onde os Hospitais Públicos, em sua grande maioria, são depósitos de indigentes à espera da morte, com médicos mal pagos e sem condições de trabalho...enquanto isso nosso presidente, em quem votei, está preocupado com a bomba- atômica do Irã...um dia a nossa vai explodir, e quando acontecer não restará pedra sobre pedra...

18 de maio de 2010

Sugira um nome

  Paulo Maluf, Renan Calheiros, Zé Dirceu, Delúbio Soares, Jáder Barabalho, Zé Sarney, Marcos Valério, Severino Cavalcanti...nada não, só para lembrar que teremos eleições em outubro. As charges são de Alfonso Alcazar. Que tal vocês sugerirem um nome pra turma...formação de quadrilha não vale!

Jilózinho comemorando o título do Fogão




A foto acima é de Jilózinho, tirada na manhã seguinte à vitória do Botafogo sobre os Gaveanos na final do Campeonato Carioca. Foi tirada por Totó na praia de Copacabana. Totó, que é torcedor do time da Gávea( pobre Gávea...um bairro tão bonito!), me enviou a foto como vingança, pois não suporta mais Jilózinho ir para a porta de sua casa, madrugada alta, e ficar repassando os gols do Fogão na maior altura impedindo-o de dormir. Segundo ele Jilózinho ainda leva Foguinho- cachorro pinguço do Jilózinho e também  botafoguense fanático, que uiva sem parar a cada narrativa dos gols. Desesperado Totó chegou a dar queixa na delegacia de Calçado, mas parece que o delegado também é botafoguense e disse que se fosse para prender alguém o detido deveria ser o próprio Totó, pois nada mais justo que Jilózinho e Foguinho comemorarem o título após serem roubados durante três anos. Um exemplo de delegado...ponderado, sereno e justo!