20 de setembro de 2010
Uma rima
procuro uma rima
para elle, talvez
seja dani
ou, quem sabe
que se dane
que seja amor
que seja paixão
que seja dor-não!
Ainda que seja nada
ficará a lembrança
de um grande amor,
que não houve.
ainda não é saudade
é apenas atração e desejo
por dani, ela
morena tão bela
que foge, não da rima
mas do desatino
do destino, cretino.
e se não vier,
pobre de mim
ficarei sem rumo,
à procura de uma rima
para tristeza, ou saudade
do amor que não houve,
da rima que não encontrei
da felicidade que se perde
mais uma vez...
para elle, talvez
seja dani
ou, quem sabe
que se dane
que seja amor
que seja paixão
que seja dor-não!
Ainda que seja nada
ficará a lembrança
de um grande amor,
que não houve.
ainda não é saudade
é apenas atração e desejo
por dani, ela
morena tão bela
que foge, não da rima
mas do desatino
do destino, cretino.
e se não vier,
pobre de mim
ficarei sem rumo,
à procura de uma rima
para tristeza, ou saudade
do amor que não houve,
da rima que não encontrei
da felicidade que se perde
mais uma vez...
19 de setembro de 2010
Milton Nascimento - Bola de Meia, Bola de Gude
Dia...frio...triste. Saudade da minha infância...dos amigos...da praça...vida que passa ...e dói. Do amor que foge...o frio penetra o corpo...a saudade a alma...do menino que ainda sou.
18 de setembro de 2010
É sábado
que os bêbados se embebedem
afinal, hoje é sábado...
que as prostitutas alegrem
os homens que as perseguem
os shoppings estarão lotados
os motéis terão filas:
homens, mulheres, gays, putas e travestis.
cerveja, conhaque, vodka, cachaça e cocaína
o êxtase do ecstasy, o sexo sem nexo
nada importa, hoje é sábado...
( e está frio)
os bares superlotados,
cerveja pra todo lado.
eu passo ao largo,
meu tempo agora é outro,
e tem jogo do Botafogo.
amei o álcool, amei putas
me desamei, me desalmei
e hoje é sábado, e não me importo
minha solidão foi de conhaque, vodka e cerveja.
de amar mulheres que nunca vi- e daí?
afinal, hoje é sábado...
que as prostitutas alegrem
os homens que as perseguem
os shoppings estarão lotados
os motéis terão filas:
homens, mulheres, gays, putas e travestis.
cerveja, conhaque, vodka, cachaça e cocaína
o êxtase do ecstasy, o sexo sem nexo
nada importa, hoje é sábado...
( e está frio)
os bares superlotados,
cerveja pra todo lado.
eu passo ao largo,
meu tempo agora é outro,
e tem jogo do Botafogo.
amei o álcool, amei putas
me desamei, me desalmei
e hoje é sábado, e não me importo
minha solidão foi de conhaque, vodka e cerveja.
de amar mulheres que nunca vi- e daí?
17 de setembro de 2010
Zurrando
estou vago
de ideias
a mente
minha
solenemente
se recusa
a pensar
uma frase
solta
que seja
estou
deverasmente
burro
mais
asnático
que
lunático
gostei
de minha
ignara
burrice
meu
sonho
mais
premente
é ruminar
uma
tenra
moita
de capim
talvez
assim
a vida
fique
menos
ruim
um pasto
uma zurrada
uma mula
( umas!)
e mais
nada
de ideias
a mente
minha
solenemente
se recusa
a pensar
uma frase
solta
que seja
estou
deverasmente
burro
mais
asnático
que
lunático
gostei
de minha
ignara
burrice
meu
sonho
mais
premente
é ruminar
uma
tenra
moita
de capim
talvez
assim
a vida
fique
menos
ruim
um pasto
uma zurrada
uma mula
( umas!)
e mais
nada
16 de setembro de 2010
As geniosas
de mulheres, prefiro as geniosas
com certeza são mais trabalhosas
mais das vezes, melindrosas
certamente perigosas
mas são apaixonantes
e apaixonadas
se entregam sem pudor
amam com furor
depois vem a tormenta
tempestade de emoção
o ciúme que excede
alimento de sua paixão
tu...morena...confusão!
com certeza são mais trabalhosas
mais das vezes, melindrosas
certamente perigosas
mas são apaixonantes
e apaixonadas
se entregam sem pudor
amam com furor
depois vem a tormenta
tempestade de emoção
o ciúme que excede
alimento de sua paixão
tu...morena...confusão!
Vou explodir
Poder, eis a maior das questões humanas, talvez a amizade seja, dentre todas, a que exija menos interferência do poder e, por isso mesmo, sejam tão poucas. Quando discutimos relação com nossa companheira, estamos discutindo poder- o delas sobre nós, claro!-; quando disputamos o controle da TV, estamos disputando poder; tudo é poder, e o não poder- a impotência, talvez seja a pior de nossas frustações. A tal da igualdade, que tanto sonhamos e em nome da qual tantos morrerram, é uma balela, não existe e nunca existirá. Equilíbrio, é mais factível, herdamos da Revoluçao Francesa o lema: Liberdade, Igualdade e Fraternidade, não pode haver igualdade com liberdade, que pressupõe diferença. O Estado tem obrigação de combater a desigualdade, mas ao mesmo tempo não pode impor a igualdade, as sociedades mais justas conseguiram um certo equilíbrio na desigualdade.
Poder ou não poder, passamos a vida nesse dilema, não posso comer açucar, não posso isso, não posso aquilo outro; ela é minha mulher, ele é meu fiho, nos achamos donos do outro e das coisas, aí vem a morte e a festa acaba. O poder da morte, o medo que gera em nós, cria um novo poder: o das religiões, que, via de regra, nos prometem a eternidade se seguirmos seus preceitos e nos submetermos a seus dogmas, por mais estapafúrdios que sejam. Pelo que andei lendo o melhor céu é o dos muçulmanos, se você morrer como mártir, dentre tantas benesses, terá SETENTA e SETE VIRGENS ao seu inteiro dispor. Sem sogras pra te atazanar, nem pensão alimentícia para pagar. Tão falando que o Bin Laden já anda até prometendo uma cota extra de viagra pro seus homens-bomba, medida de segurança.
Meus avós por parte de pai vieram do Líbano, mas eram cristãos, acho que vou inaugurar o ramo muçulmano da família e virar homem-bomba, só estou em dúvida onde vou me explodir: se na sede do Botafogo, para acabar com nosso infinito sofrimento de vez; ou no Congresso, para livrar o país de algumas ratazanas. Mas antes estou tentando fazer um acordo com Maomé: em vez de SETENTA e SETE, OITENTA VIRGENS... número redondo, fica mais fácil: 10 louras, 10 morenas, 10 ruivas, 10 mulatas, depois: 10...sei lá...é muita virgem por uma explosãozinha de nada. Já imaginaram, chego no céu e... Alá...Alá...Alá...Alá....a minha mulherada!!!
Reclamações feministas deverão ser endereçadas à embaixada do Irã. Só estou seguindo os rígidos e justíssimos preceitos religiosos de minha futura religião. Bem , tenho de ir, vou comprar dinamite...SETENTA e SETE...VIRGENS....vou explodir, podem ter certeza.
Poder ou não poder, passamos a vida nesse dilema, não posso comer açucar, não posso isso, não posso aquilo outro; ela é minha mulher, ele é meu fiho, nos achamos donos do outro e das coisas, aí vem a morte e a festa acaba. O poder da morte, o medo que gera em nós, cria um novo poder: o das religiões, que, via de regra, nos prometem a eternidade se seguirmos seus preceitos e nos submetermos a seus dogmas, por mais estapafúrdios que sejam. Pelo que andei lendo o melhor céu é o dos muçulmanos, se você morrer como mártir, dentre tantas benesses, terá SETENTA e SETE VIRGENS ao seu inteiro dispor. Sem sogras pra te atazanar, nem pensão alimentícia para pagar. Tão falando que o Bin Laden já anda até prometendo uma cota extra de viagra pro seus homens-bomba, medida de segurança.
Meus avós por parte de pai vieram do Líbano, mas eram cristãos, acho que vou inaugurar o ramo muçulmano da família e virar homem-bomba, só estou em dúvida onde vou me explodir: se na sede do Botafogo, para acabar com nosso infinito sofrimento de vez; ou no Congresso, para livrar o país de algumas ratazanas. Mas antes estou tentando fazer um acordo com Maomé: em vez de SETENTA e SETE, OITENTA VIRGENS... número redondo, fica mais fácil: 10 louras, 10 morenas, 10 ruivas, 10 mulatas, depois: 10...sei lá...é muita virgem por uma explosãozinha de nada. Já imaginaram, chego no céu e... Alá...Alá...Alá...Alá....a minha mulherada!!!
Reclamações feministas deverão ser endereçadas à embaixada do Irã. Só estou seguindo os rígidos e justíssimos preceitos religiosos de minha futura religião. Bem , tenho de ir, vou comprar dinamite...SETENTA e SETE...VIRGENS....vou explodir, podem ter certeza.
![]() |
| Tô chegando... |
Assinar:
Postagens (Atom)





