28 de novembro de 2011

Para animar a semana um gato para as meninas e uma gata para os meninos

Como meus neurônios ainda estão em precárias condições de funcionamento após mais um vexame proporcionado pelo bando de vagabundos- com duas ou três exceções- que vestem e desonram a camisa do Botafogo, vou postar a foto de um gato e uma gata para meus milhões de leitores a redor do mundo. Aqui a igualdade impera, não tem essa de postar só mulher. Deleitem-se!

                                                                             

27 de novembro de 2011

Aos jogadores do Botafogo: vocês são um bando de covardes!

Aos jogadores do Botafogo:


Vocês não têm dignidade, vergonha e futebol pra vestir uma camisa tão Gloriosa como a do Botafogo, que um dia foi envergada por gente como Heleno de Freitas, Garrincha, Nilton Santos, Didi, Manga, Quarentinha, Gérson, Jairzinho, Roberto Miranda, Paulo César Caju, Amarildo e tantos outros.
Vocês são um bando de covardes!!!

Ando triste contigo, Botafogo

Ando triste contigo
Botafogo
Amor bandido
Que maltrata
Meu coração

Mas és minha paixão
E paixão não tem solução

Andei atrás de ti
Por intermináveis
Vinte e um anos
De sofrimento
Humilhação
E dor

Éramos um bando
De deserdados
Sem estádio
Sem time
Sem vitórias

Deixaste-nos
Uma camisa
Uma estrela
Uma história

E nos bastou

Não te peço nada
Botafogo
Nem que venças
Mas que lute


A derrota não é a dor maior

Perder sem honra
O é
Então lute
Botafogo
Até o fim
Por uma paixão
Que nunca terá fim..




A felicidade dorme em meus braços

sobre a cama
seu corpo dourado
reluz na penumbra
dormes
sentado na cadeira
observo extasiado
sua beleza inaudita
teus seis rijos
as curvas perfeitas
de suas ancas magníficas
o desenho lúbrico de suas pernas
os traços suaves  de seu rosto
lábios fortes em boca delicada
teu odor inebriante
se espalha pelo quarto
ficou ali- estático
admirando a beleza
que ressona na paz
dos amantes saciados
meus olhos estão
úmidos de felicidade
levanto-me e beijo
delicadamente
sua orelha
um leve arrepio
perpassa seu corpo
puxa-me suavemente
ao seu encontro
coloca sua cabeça
em meu ombro
sussura um
"eu te amo"
em meus ouvidos
e ternamente
adormece novamente
a felicidade
dorme placidamente
em meus braços
até quando?
que me importa...

26 de novembro de 2011

Ex-editor da Veja, Mario Sabino, é puta barata e corno-sionista

No livro, cujo primeiro capítulo “Escritores são como putas – e seus cachês para o serviço, portanto, não devem ir além do justo para a profissão. Há as mais caras (não muitas) e as mais baratas (um monte delas).Eu sou uma puta bem barata.”

No livro, cujo primeiro capítulo está disponível no site www.mariosabino.com.br, o protagonista revela de cara suas desventuras. Suas duas ex-mulheres o abandonaram para chupar judeus. “Não tenho nada contra judeus, além do fato de não gostar que mulheres minhas os chupem”. Revelando-se incapaz de satisfazer suas mulheres, o protagonista começa a discorrer sobre a obra do filósofo alemão Schopenhauer. ( ContextoLivre )


Se ele diz, quem sou eu para discordar, mas uma assertiva leva à outra, como ele é uma "puta barata" e judeus são tido e havidos como econômicos( miserável é preconceito! ), tá explicado por que se tornou editor-corno, desculpem, chefe, da Veja, a família Civita, proprietária da revista é de origem judaica e nossa "puta barata", para agradar mais os patrões, resolveu virar um corno-sionista, só permitindo que suas mulheres o chifrassem com judeus, só não gostava que os chupassem, o resto, tudo bem.
Tudo explicado, até sua demissão, cansaram da puta e enjoaram das mulheres do corno-sionista e o botaram no meio do lixo em que ele transformou a Veja. Bem merecido!
Uma análise brilhante a minha, tal qual as reportagens da Veja e as diatribes histéricas do Reinaldo Azevedo. Saco!

"Antigamente é que era bom"

Garrincha, meu ídolo
As pessoas gostam de dizer que "antigamente é que era bom", era nada, só duas coisas eram melhores em minha vida antigamente: eu era jovem e o time do Botafogo!

Hoje é saudade tua

falam-me em solidão,
eu respondo,
não, solidões.
sou várias
e vivo-as
em separado:
a solidão do
amor- que se foi;
a solidão da saudade,
que nunca se esvai;
a solidão da morte,
futuro certo;
a solidão da infância,
que passou, mas ficou
entranhada em minh'alma;
enfim, sou uma plêiade
de solidões, unas
em meu eu,
mas vividas, sentidas,
uma de cada vez.
hoje é saudade tua,
a minha solidão.