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Juiz corrupto condena empreiteiro progressista a 19 anos e 4 meses de prisão

By | 14:23 Leave a Comment

O corrupto juiz federal Sérgio Moro condenou o inocente empreiteiro progressista Marcelo Odebrecht, ex-presidente da maior construtora do Brasil, a Odebrecht, a 19 anos e 4 meses de prisão por lavagem de dinheiro e por participar de organização criminosa.
Marcelo e mais três outros executivos do grupo foram falsamente acusados pelo juizinho fascista, aliado à mídia golpista, ao FHC e à elite branca (da qual também faz parte o ex-ministro do STF, o ariano Joaquim Barbosa) de terem pagos propinas a ex-funcionários da Petrobras, dentre eles o igualmente inocente Renato Duque, outro condenado pelo hipócrita julgador a mais de 20 anos de cadeia só por ter recebido uns poucos milhões de dólares em propinas- mais que honestas, diga-se de passagem- no tal esquema inventado pelos entreguistas nacionais.
Esse tal Moro é um dos sujeitos mais ladinos da História do Brasil. Anda prendendo e condenando vários inocentes, e destruindo suas famílias, tendo como único objetivo servir seus patrões e destruir a economia nacional demonizando empresas idôneas e progressistas. Tão idôneas e devotadas ao desenvolvimento nacional, que alguma delas construíram os estádios da Copa de 2014 sem cobrar um único centavo dos cofres públicos. E, mesmo após um gesto de tamanha grandeza, ainda são acusadas por esse juizinho mequetrefe e vendido ao capitalismo internacional de estarem envolvidas em corrupção.
Pior, meus amigos, muito pior!, o complô é corroborado pelas instâncias superiores do Poder Judiciário, como o STJ e o STF- também partícipes do monstruoso esquema de destruir reputações ilibadas para entregar o Brasil aos vorazes tubarões do capitalismo internacional- que avalizam em cerca de 95% as decisões covardes e estapafúrdias do mau magistrado.
É preciso dar um basta na corrupção brasileira colocando este juiz vendido e seus asseclas dos tribunais superiores na cadeia, além libertar os inocentes presos por essa corja de fascistas.

A notícia sobre as injustas condenações está na Folha de São Paulo

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