26 de julho de 2010

Flatulência eletrônica

Controle remoto que funciona com peidos: isso vai acabar mal: "

Um modder intrépido com o nome Schmidtn decidiu fazer um controle remoto que, quando detecta o odor de flatulências, muda de canal na televisão. Isto é diabolicamente brilhante.
Esta é a explicação dele:
Meu pai gosta de duas coisas: 1) zapear na TV e 2) peidar. Então um dia eu estava na Hackday e li sobre um cara que usou um Arduino para ligar e desligar uma TV com um daqueles aparelhos que leem ondas cerebrais. Então depois, no mesmo dia, eu estava aqui no Instructables e um rapaz fez uma cadeira de escritório que tuitava toda vez que ele peidava. Então eu comecei a pensar e decidi unir estes dois hacks em um controle remoto que muda para um canal aleatório na TV toda fez que ele solta um gás!
Além disso, se você embrulhá-lo em plástico e escondê-lo entre as almofadas do sofá, dá pra fazer uma pegadinha muito boa!
Tudo está bem até alguém descobrir como se muda de canal, forçar um peido e borrar a calça. Aí quem vai rir por último? [Instructables via Boing Boing]
Categoria:
FAÇA VOCÊ MESMO


Quem quiser testar o pum-eletrônico é só encomendar. Jilózinho adorou, o único problema dele foi que a TV ficou sem controle. Os canais giravam sem parar, movidos pelo excesso de flatulências(flatulência é peido, mas isso aqui é um blog que não usa termos chulos, procuramos nos ater às normas cultas da língua. Se não gostou vai fazer flatulência(peido, como já disse) n'água!
Bela invenção, a mulher está vendo novela, você chega solta uma flatulência(peido, decorem porque não vou repetir mais) na sala,  a TV muda pro canal do futebol, sua digníssima se levanta, indignada, te chama de porco- e grosso, elas adoram!- e você vê seu jogo em paz.

25 de julho de 2010

Sakineh

Uma mulher está para morrer. Já levou noventa e nove chibatas. Está presa há alguns anos e condenada  a morrer, apredejada. Sim, apedrejada, humilhada-mais do que já vem sendo. Ah, mas é no Irã, o que temos com isso? Tudo, digo eu. Seu crime? Supostamente traiu o marido.
Sakineh Mohammadi Ashtiam é seu nome.
Sakineh, que cada chibatada que levou doa em nossa alma, nos vergue de vergonha por sermos tão desumanos. Por darmos poder a canalhas que em nome de supostos deuses todos poderosos, oprimem povos inteiros; que em nome de supostos deuses todos poderosos criam inquisições, guerras, ódio entre nações. E ameaçam com o inferno quem não seguir suas  supostas verdades. Que oprimem, antes de libertar! Que fazem irmãos virarem inimigos. É cristãos contra muçulmanos; muçulmanos contra hindus; hindus contra sikhs; enfim, um rastro de ódio e sangue, em nome do amor a seus deuses...
Você, Sakineh, é mais uma vítima da sanha assassina dessa gente.Eles são o inferno!
Matam, torturam, ditam normas, e se dizem santos. Santos canalhas, santos hipócritas...não quero vossa santidade. Um dia,Sakineh, veremos um mundo onde não haverá mais mulheres apedrejadas, nem homens oprimindo outros homens, um mundo sem fome, sem guerras, sem injustiças. Um dia, Sakineh, a humanidade descobrirá que não precisa de deuses pra lhe guiar. Precisa de solidariedade, compreensão, ternura, amor ao próximo e ao que está longe...São sentimentes humanos, Sakineh, são nossos; por os entregarmos a falsos profetas, representantes de falsos deuses, você foi chicoteada, jogada em uma prisão e condenada à morte por apedrejamento. Que raio de Deus é esse que, em seu nome, permite tamanha barbaridade?
 


Obs: Quem quiser pode assinar o manifesto contra o assassinato de Sakineh, no site http://www.liberdadeparasakineh.com.br/    Aproveitem e leiam à emocionada carta de seus filhos implorando nossa ajuda para evitar que a barbaridade se consume.


24 de julho de 2010

Não sim

A vida é um eterno
sim, ou não.Sim
e não, irmãos em
confusão. Hora sim,
hora não, é sempre
assim, sim e não,
sim ou não.

Hora amo,você
sim, hora amo
você, não.

Até o talvez é
sim e não,
talvez sim,
talvez não,
não, talvez,
sim, talvez.

E de talvez sim
ou talvez não,
levamos a vida.
Feliz sim, feliz não,
Assim não, assim sim,
aí de mim, que não sou sim,
sou não.
Sim...sou, não...sim.

Feijoada

Falta do que fazer dá em...feijoada. A turma tá inspirada hoje, vejam só o que encontrei no www.sónazueira.com. Um convite para uma suculenta feijoada. Tem tanto rabo, que vou convidar meus queridos amigos Saint-Clair, Paulo Laurindo e Ricardo Novais para o rega-bofe. Bofe?!?!
Ah, o colesterol? Que se dane, fartem-se!!!



Sábado

E hoje é sábado,
que me importa?
Amanhã é domingo,
depois, ora, segunda,
e terça, após, quarta,
e quinta, aí, sexta
e, de novo, sábado,
que me importa?
se quando abro a porta
o mundo está pleno de tua ausência.
E sábado vai, e domingo se esvai,
e segunda vem, terça também,
e quarta e quinta e sexta,tudo vai,
tudo vem, só você vai, e não vem,
mais...jamais...

Coitadas

Hoje é sábado, dia de dar risadas, descansar o corpo, farrear, brincar, namorar. Vagando pela internet encontrei as fotos abaixo. Devia ser sábado quando foram tiradas. Uma cena impagável. Coitadas!!!












23 de julho de 2010

De dor

O homem, só caminha, cabisbaixo e sem alento. Rumo sem rumo. Vagueia por ruas escuras na madrugada fria da cidade indiferente à sua dor. O acidente levara-lhe o que mais amava: mulher, e filho. Falta-lhe coragem para chegar em casa. Agora mais fria que a noite. Não há mais vida lá. Só recordações...dores duras de reviver. Saudade amarga. Infinitamente dolorida. Senta-se. O banco, frio. Nem lágrimas,não há. Nem vazio. Só dor. A tomar tudo. Mente. Corpo. Alma.
Deita-se. O frio. Intenso. A dor. Imensa. Amanhece. O corpo. Inerte. Congelado. De dor...