3 de novembro de 2011

Vasco dá com os burros ( Hi! Hi! Hi! ) n'água: jogo com Botafogo será no Engenhão

A CBF confirmou o clássico entre Botafogo x Vasco em 13 de novembro no Engenhão. Nossos amigos lusos andaram querrendo dar uma de espertinhos e levar o jogo para São Januário, após terem feito um acordo antes do início do campeonato em que ficou decidido que todos os clássicos entre equipes do Rio seriam realizdas no estádio do Botafogo.
Malandragem de português só podia dar nisso: com os burros n'água! Hi! Hi! Hi! Hi!
A notícia está em O Globo

Estão reclamando de quê, os indignados do mundo?

Estão reclamando de quê,
os indignados do mundo?!
Governos salvam bancos quebrados,
e em troca lhes fornecem bancos nas praças.
Talvez até um litro de cachaça,
da mais barata, que a crise
é brava. E há que se ter
caridade com os agiotas.
Não com o povo, nós...Idiotas!

Parte não me veio

Parte não me veio
quando nasci. Parte,
outra, veio excesso.
Procuro-me entre o
que me falta e o que me sobra.
Encontro sempre a mesma
equação: solidão...+...

Flamengo e Traffic( ? ) dão trambique em Ronaldinho Gaúcho. O de sempre...


Ronaldinho Gaúcho não recebe salários da Traffic desde agosto, ou seja, 3 meses.
A empresa de marketing esportivo é responsável pelo pagamento de R$ 1 milhão por mês. O Flamengo é obrigado a arcar com os outros R$ 300 mil. ( Uol-Blog do Voloch )

Queriam o quê? Junta uma empresa com nome de Tráfico e o Flamengo, cujo técnico é passador de cheques sem-fundos, só podia dar em trambique.
E o Ronaldinho, que não está jogando nem 10% do que já jogou, mas foi convocado para a Seleção por pressão da Flapress, já está querendo dar linha na pipa, vai enganar trouxas em outras plagas. Que pena!

Estão armando contra o Botafogo e nossa diretoria está quieta.Temos de protestar!

Antes de se iniciar o atual Brasileirão os clubes do Rio fizeram um acordo em que se comprometeram a disputar todos os clássicos entre eles no Engenhão, com renda e ingressos divididos entre  às equipes. Agora, com Botafogo e Vasco brigando pelo título, os vascaínos querem roer a corda e levar  jogo com  Botafogo para São Januário.
Ainda não vi uma posição clara e firme da diretoria do Botafogo sobre o assunto, aliás vi sim, uma lamentável declaração de nosso gerente de futebol, Anderson Barros, dizendo "não haver problemas em jogar em São Januário desde que o Vasco destine metade dos ingressos para a torcida Alvinegra."
A questão não é esta, estão querendo romper o que foi combinado e já vejo um movimento para tirar o jogo entre Botafogo x Fluminense do Engenhão para Flamengo x Vasco ser realizado lá. Ora que joguem em São Januário ou no Aterro do Flamengo. O Engenhão é do Botafogo, ganho em concorrência pública que os outros desprezaram, menos o  Flu, a quem vencemos, agora querem impedir o dono do estádio de jogar lá?
A torcida do Glorioso precisa cobrar de nossa diretoria uma posição firme e clara sobre a armação que estão querendo fazer, uma nota oficial repudiando o despautério e não por declarações na imprensa- que, como sabemos, é controlada pela FlaPress.
Sugiro que enviemos e-mails protestando para o site oficial do clube. Temos de cobrar um posicionamento firme de nossa diretoria, o que não vi até agora.

Documento assinado pelo Vasco ( clique para ampliar )
                                                        

2 de novembro de 2011

R$ 40 milhões é o preço dos seis assassinados pelo Estado no acidente dos bondinhos

"Nós passaremos o ano de 2012 inteiro nessa tarefa de renovação de trilhos, equipamentos e de compra de novos bondes. Temos separados, para começar, R$ 40 milhões para isso. Não vamos medir esforços. Em 2013, com certeza, entregaremos esse presente à cidade", disse Cabral. ( O Globo )
Presente, governador? Nós pagamos impostos, seis pessoas morrem por puro desleixo do governo de vossa lamentável excelência  e você tem a cara de pau de dizer que vai dar um presente à cidade?!
Reúna os familiares dos assassinados e diga isto a eles. Olhos nos olhos.
E leva seu secretário de transportes junto, o Júlio Lopes.

O velório do pai

Mãe e filhas choram ao lado caixão. Havia sido bom pai, bom marido e bom homem. Lágrimas merecidas.
Ana e Beth, as duas filhas, nunca se deram bem. Ana, mais intelectualizada, saiu cedo de casa e foi buscar o mundo. Seu mundo. Beth casou-se jovem e por ali mesmo construiu seu mundinho, nutria uma inveja atávica da coragem da irmã. Religiosa ao extremo um dos motivos de sua implicância com Ana era esta se declarar ateísta.
Ana derrama-se em lágrimas pela perda do querido pai quando Beth diz em alto e bom, no claro intuito de constranger à irmã:
- Por que choras tanto a morte de nosso pai, você não é ateísta?!
Ana olha firme nos olhos de Beth, respira fundo e responde, voz serena, a provocação:
- Sim, minha irmã, sou ateísta e por isto choro tanto a perda de nosso amado pai, sei que nunca mais poderei abraçá-lo, deitar em seu colo ou beijá-lo, na verdade quem não deveria estar chorando é você, afinal segundo sua crença papai deve estar no Paraíso, um lugar maravilhoso e perfeito e você vai poder se encontrar com ele quando partir; eu não. Não acha egoísmo seu estar chorando por nosso pai ter ido ser feliz?
A mãe, enérgica, manda ambas se calarem.