27 de janeiro de 2012

Os "Vândalos" estão tentando salvar vidas; menos o Cabral que deve estar em Paris


Não me esquecerei jamais do cinismo do Sr.Sérgio Cabral prometendo mundos e fundos aos moradores da Região Serrana do Rio, olhos falsamente marejados de lágrimas, tão cínicas quanto ele, depois, bem...o de sempre...abandono dos que tudo perderam; meses após o "assassinato" de seis pessoas no bondinho de Santa Tereza, onde os criminosos, o governador e seu secretário de transportes, Júlio Lopes, tentaram culpar uma das vítimas, o motorneiro do bonde, pelo seus crimes. Eis o tipo de gente que elegemos para nos governar. Eu votei neste irresponsável!
Chega, a imagem acima já diz mais que o necessário.

Torcida do Vasco revoltada com preconceito contra o clube



A torcida do Vasco está revoltadíssima com a gráfica que produz os cadernos dos grandes clubes do Rio pela ausência de brochuras do Gigante da Colina na coleção. Dizem os valorosos torcedores do Bacalhau que o fato se deve às origens lusitanas do clube, a editora supôs que, por sua descendência, são naturalmente burros e não perderam tempo lançando cadernos para eles. Um injustiça eivada de preconceito, sem qualquer sombra de dúvida.
Eu, como sabem, sou Botafogo, mas sou obrigado a reconhecer que o caderno do FLORminenC é uma lindeza: gracioso e delicado, a cara dos torcedores do clube. Sem rir, por favor...

O Botafogo anda tranquilo demais para meu gosto

Ando escrevendo pouco sobre o Botafogo, mas não é por falta de vontade, é por falta de assunto, o clube anda tranquilo demais nos últimos tempos, tirante a pequena confusão da contratação do chileno Rojas, que acabou não ocorrendo por supostos problemas no coração do atleta, General Severiano anda um marasmo só.
Se bem conheço o Botafogo vem tempestade por aí, das grandes, calmaria não faz parte de nossa DNA bipolar, vamos da euforia à mais profunda depressão em um átimo de segundo e este mar de brigadeiro em que estamos navegando já me deixa com a pulga atrás da orelha e com a alma um tanto quanto vazia, acho que ando com saudade de uma daquelas derrotas bem vergonhosas que, só nós, o Botafogo, sabemos cometer.
Quando estamos na mais profunda depressão, o mundo prestes a acabar, arrumamos uma vitória épica e nos embriagamos de euforia e prazer com nosso opiáceo que vem embalado em uma esfuziante Estrela Solitária.
Só espero que este ano, como aconteceu no fim do ano passado, não nos falte o ópio na hora em que mais necessitamos e mergulhemos na mais negra crise de abstinência de vitórias exatamente no momento em que mais precisamos atingir os píncaros do prazer e da glória.
Ah, o imponderável...Botafogo!

Viramos um ponto sem nó

passamos a vida
a desatarmos nós
e quando nos damos conta
viramos um ponto sem nó
pó...

Aldeia Digital

Sol...Sol...Sol...
Chuva...Chuva...Chuva..
Sol com chuva
Casamento de viúva
Chuva com sol
Casamento de espanhol
Assim cantávamos no quintal
Hoje, na era digital
Vivemos logados
Como que drogados
Por Twitter, Google e Facebook
Conversamos com o mundo
Mas não conhecemos nosso vizinho
É a aldeia digital
Que trás o que está longe para perto
E deixa o que está perto longe
Não sei se é bom ou ruim
Viver com o mundo
E isolado do que está ao meu lado
Que, quem sabe?
Pode estar precisando de um simples abraço.

26 de janeiro de 2012

" O Doutor deseja mais alguma coisa?"

A Justiça no Brasil funciona mais ou menos assim:
Para os pobres: é sempre culpado, até que se prove o contrário. Para os ricos: é sempre inocente, mesmo que se prove o contrário.
Somos, em geral, autoritários com os mais pobres e submissos aos poderosos, vejam como os garçons tratam seus clientes: " O Doutor deseja mais alguma coisa?"
Por isto somos um país de bacharéis, mesmo que grande parte destes doutores sejam analfabetos funcionais. Valorizamos tanto a doutorice que se um "Dotô" comete um crime, por mais hediondo que seja, tem direito a prisão especial, um dos maiores absurdos jurídicos que já vi na vida. E louvamos os ladrões que ficam ricos roubando dinheiro público, os tachamos de espertos; para os pé-rapados exigimos pena de morte.
Somos ( sempre fomos! ) um dos países mais violentos do mundo e nos achamos um povo cordial, alegre, boa-praça e feliz. Construções culturais e ideológicas difíceis de serem superadas. Mas estamos caminhando, mais devagar que deveríamos, mas estamos.

Pássaro-afrodescendente dá uma de Michel Jackson

Um pássaro-afrodescendente ( o nome era pássaro-preto, mas dizer preto é racismo ), também conhecido por melro ou chupim, muito do safado, renegou suas origens afrodescendentes e resolveu virar branco, daqueles bem azedos. Fez tal qual o Michel Jackson, o penoso preconceituoso. Vejam nas fotos abaixo como o safardana alado que renegou sua origens virou um pássaro-afrofinlandês.
Quando ele era um negão afrodescendente era muito mais bonito, né não?

                                                                           

 
Quem quiser saber mais vá em Hypescience.com