31 de março de 2012

Comprei um colar lindo para minha sogra


Se você com raiva de sua mulher estiver
Dê-lhe de presente um belo colar
Formado por lindas e simpáticas baratinhas
Ela muito vai gritar antes de te matar!

Eu já comprei um
Para o pescoço de minha sogra enfeitar
Se ela morrer
Vai ser um barato
Ver a surucucu
Estrebuchando histérica
Com o colar de cascudas
A lhe enfeitar a jugular
Que só servia para me difamar
Eu vou rir de me acabar
Vendo a "disgramenta" definhar!

Nem dor ou saudade

eu sou tanto e muitos
que nada me preenche
só a solidão
nela não tenho limites
sou pleno e cristalino
não há regras entre nós
nem dor ou saudade
só as que trago de meus desamores
que ela( generosa! )
acolhe como se suas fossem.

30 de março de 2012

Merval Pereira, o Demóstenes não é mitômano, é um canalha!

Sarney e Merval, imorais, desculpem, imortais...
Agora boa parte dos colunistas que eram fãs do senador Demóstenes Torres estão querendo arrumar atenuantes para minorar  a própria vergonha que estão passando por terem endeusado um canalha. Mas isto não é novidade, a mesma turma, Reinaldo Azevedo e Merval Pereira à frente, já havia feito o mesmo papel quando Fernando Collor de Mello, outro canalha, se travestiu de caçador de marajás e acabou alçado à Presidência da República com o apoio insofismável desta gente.
Demóstenes ia trilhando o mesmo caminho, mas foi desmascarado antes. Hoje, em sua coluna no Globo, Merval me vem cheio de elocrubações psicanalíticas para tentar colocar Demóstenes como pobre vítima de sua personalidade, para isto convocou um destes sabem tudo da da Nação, o psicanalista Joel Birman, professor da UFRJ e da UERJ, pra destrinchar a suposta personalidade do senador canalha.
Me poupem! Como um professor de duas universidades  pode se prestar a um papel ridículo como este, ele não conhece o senador, nunca tratou dele e me sai dando patacoadas sobre uma suposta mitomania do pobrezinho. Isto é, no mínimo, falta de ética profissional, aliada à  uma necessidade atávica de aparecer.
Eu, que só tenho o diploma de Sofredor do Botafogo, digo ao Merval e ao professor-doutor ( eles adoram a pomposidade de seus títulos acadêmicos para dar uma suposta credibilidade às asneiras que arrotam) Joel Birman qual a verdadeira personalidade do Demóstenes: é a de um canalha, senhores doutores, um reles canalha!!!

A palhaçada está aqui Blog do Merval, o imortal! Hi! Hi! Hi!

Diálogo louco...

- Eu nunca serei sua! Não quero e não posso! Já sofri demais e jurei nunca mais sofrer por paixão!
- Está bem, eu aceito sua decisão, vou tentar esquecer e me afastar de você, assim leva sua vida em paz.
- Nãoooooo!!! Eu não quero que se afaste de mim, gosto de você!
- Mas vai ser melhor, se não me quer é melhor eu me afastar , assim evito sofrer e fazer você sofrer!
- Não vai mais me ligar?!
- Melhor não...você não me quer mesmo, assim evitamos sofrimentos desnecessários e sabe que adoro sua voz, me excita!
- Eu vou ligar pra você a hora que eu quiser, você não manda em mim e não quero que suma!
- Mas...quer saber, faça o que você quiser!

Corno violento decepa pênis do amante de sua mulher

Na França, um amante exibicionista foi se vangloriar com o prório corno que estava transando ( eu acho trepar mais romântico, mas tem gente que não gosta...) com sua própria mulher, não prestou!, o corno não se conformou com o fato, dominou seu fornecedor de chifres e arrancou seu pênis- caralho, cacete, pica, pau também designam o órgão sexual masculino, eu, por exemplo tenho, caralho, mas aqui é um espaço devotado às famílias e não uso termos chulos neste nobre espaço- com uma navalha.
Mas o melhor é o final do furdunço: o corno violento, depois do acesso de fúria, voltou a ser um corno manso, como mandam as normas da boa educação politicamente correta e aceitou sua parceira de volta. Já tendo, inclusive, mais um filho com ela. Agora são três. Eu, se ele fosse, providenciava um exame de DNA em seu rebentos, afinal, cornear e coçar é só começar!

A notícia completa está aqui Virgula.UOL.com

Nem Bia, a lagartixa, me respeita mais

Como já vos disse anteriormente, aqui em casa moramos eu; meu filho que fala, o Léo; o outro que late, o Toy; e Bia, a lagartixa que adotou meu quarto como seu lar; além da Cremilda, a Assessora Executiva de Organização da Zona, que comparece duas vezes por semana.
 O sistema de poder aqui é assim distribuído: o Toy manda em todo mundo; o Léo manda em mim; a Cremilda manda no Léo e em mim; eu só levo esporro, a única que me respeitava era a Bia, que quando me via, saía correndo pela parede e se escondia no armário embutido, pois agora nem ela me respeita mais, de uns dias pra cá deu de passear no teclado do computador, que a Cremilda diz que é um nojo ( Eu não sei o por quê?! Pura perseguição! ), e quando chego fica me olhando displicentemente e fazendo língua para minha desmoralizada pessoa, pior, agora me arrumou um "lagartixo" sarado para namorar, o Haroldo, e hoje pela manhã peguei os dois na maior orgia em cima de minha mesa. Fui para a janela da sala fumar e deixe-os terminarem sua putaria. Saco!
Mulher não arrumo ,segundo a Cremilda por  ser porco e passar meleca embaixo da cama! Saco!
A única coisa em que mandava era no Interrogações, mandava! Não mando mais, agora a Clarinha, um bebezão manhoso de 1,80m ( comportem-se!, seus tarados, ela é casada! )  tomou conta do espaço.
O que me restou? A privada, quando estou lá no trono, sou rei e mando em todo mundo! Saco!

BALAIO DA GATA: "Josefa, só com Zeca Baleiro"


Uma das últimas aulas ministradas pelo Mestre Zats a essa discípula que vos escreve foi sobre paciência. Agora, na hora do almoço, quem eu vejo ali e vejo que já me viu aqui também?! Josefa! Ótimo! Boa oportunidade para colocar em prática todo o ensinamento recém adquirido, porque, meus amores, vamos combinar: uma coisa é você encontrar a Josefa num dia à La Zeca Baleiro (... hoje eu acordei com uma vontade danada de mandar flores ao delegado, de bater na porta do vizinho e desejar bom dia...) e outra coisa é encontrá-la num dia em que você não quer nem ligar o rádio. 
Josefa é uma fofa, uma gracinha de pessoa mas, o roteiro da conversa é o mesmo, invariavelmente. Primeiro ela diz que estou sumida (na verdade, tenho tido é sorte de vê-la primeiro e poder fugir a tempo). Depois, pergunta pela minha sogra ao que eu respondo no modo automático: 
"Está bem! Perguntou de você essa semana (perguntou?). Passa lá..." 
Em seguida, é a vez das crianças: 
"Estão ótimos!" respondo já atropelando a pergunta e facilitando o caminho dela para a estocada final e o término do meu sofrimento.
"E você?" (Pronto! Lá vem...) “Tá mais forte, né?!" Ela insiste a dissimulada... te contá,viu?! Olha, ainda que eu acreditasse em milagres pensaria numa coisa mais celestial, com a diretoria lá de cima presente (o que que foi? Sou filha do homem! Filha do homem...) e não essa coisa borocoxô de "ficar forte sem encarar nenhum exercício físico", portanto, nesse "tá mais forte" de Josefa leia-se: "Clara, admita! Você está mais GORDA!" 
Impressionante! Posso fugir "trocentos" anos que quando ELA me encontra... pera aí, pera aí...vem vindo a fera...ajuda aí Mestre Zats, oooowwnnnn...
(Ah, como tenho andado muito generosa ultimamente, deixo vocês ouvindo o Baleiro enquanto eu passo por essa provação.)

"Oi Clara, tudo bem?!
-Oi Josefa, tudo...
-E aí... tá sumida, hein..."