27 de fevereiro de 2012

Estádio em Minas tem 6 mil lugares onde só cegos vão "ver" os jogos

O estádio Independência, em Belo Horizonte, que foi todo reformado e vai ser reinaugurado, tem uma novidade sensacional para os torcedores, os gênios que fizeram a obra conseguiram a proeza de criar 6 mil lugares onde você paga para assistir uma partida e não vê nada, nada!, só os deficientes visuais, por motivos óbvios, poderão "assistir" aos jogos da zona cega. O estádio vai comportar 24.000 espectadores.
Além de gastarem milhões de dinheiro público nestas obras, ainda fazem uma merda desta, deve ser para não vermos os desvios de grana, que, quase com certeza, ocorreram na obra.
Sabem o que vai acontecer? Mais uns milhões de nossos impostos para corrigir a lambança e um rigoroso inquérito, que não vai punir ninguém. Como desde sempre.
E nós ainda temos coragem de contar piadas de português. Saco...cego!
A burrice completa você lê aqui: Globo.com

Torcedor do Vasco é promovido e assassina seu patrão

Interrogão, o mascote do blog
Um crime pavoroso ocorreu agora cedo em uma empresa aqui em Niterói, um funcionário da dita empresa, Vicente Segundo, vascaíno fanático, foi convocado para uma reunião da diretoria da firma, da qual é um dos diretores, o objetivo da reunião era comunicá-lo que, devido ao seu excelente desempenho no cargo, o presidente da empresa, com a concordância de todos os demais membros da administração, resolveu promovê-lo a vice-presidente geral do grupo.
Quando o presidente anunciou sua promoção ao importante cargo, Vicente Segundo, levantou-se, sacou sua pistola e fuzilou seu chefe, enquanto gritava: "Vice é a puta que o pariu!"
Muito triste tudo isto. E a culpa é de vocês, que ficam praticando Bullying contra os pobres torcedores do Vice da Gama, desculpem, Vasco da Gama.
Ah, por mero acaso, a tal empresa é a vice-líder do mercado imobiliário daqui.

Fogo na Antártica deixa Jilozinho desesperado

O filósofo Totó, eu e Jilozinho
Fui acordado por Jilozinho antes da cinco da manhã, meu amigo estava desesperado e com um bafo que quase me deixa de porre pelo telefone, mas o motivo de seus desespero é que me deixou aparvalhado:
- Jarrão, que desgraça!
- O que aconteceu de tão grave para você me acordar a esta hora, Jilozinho?
- Você não viu? Estou desesperado, pensei até em me suicidar de tanto desgosto!
- Me diga o que aconteceu de tão grave, porra!
- Jarrão...Jarrão...é muita desilusão nessa vida, meu amigo, só hoje soube que a fábrica da Antárctica pegou fogo, só gosto dela, você sabe, era sua preferida também antes d'ocê enviadar e dar pra fazer poesias para a tal de Danielle, que para mim é um traveco! O que vai ser de mim, Jarrão, sem a BOA para dar umas beiçadas e alegrar minha vida...me diga?!- diz isto aos prantos, o desavergonhado.
- Jilozinho, sua anta!...não foi a fábrica da Antárctica que pegou fogo, foi a base que a marinha do Brasil montou na Antártica, o continente gelado, onde moram os pinguins, que foi tomada pelo fogo.
- Tem certeza, Jarrão?!
- Tenho...
- Viva!!! Estou salvo, vou lá acordar o Fabinho pra gente comemorar, ele também está passado com a notícia. Valeu, Jarrão! Fui...
Eu mereço...eu mereço...

26 de fevereiro de 2012

Vascaíno joga paciência e é vice do baralho

Chu A. Qim é um chinês naturalizado brasileiro e torcedor fanático do Vasco, além de viciado em jogar paciência, joga há anos e nunca venceu uma partida, é sempre vice-campeão. Como paciência se joga só entre o jogador e o baralho, o Chu A. Kim é vice-eterno de suas cartas.
Outro dia o encontrei saboreando sua comida chinesa favorita: bolinho de bacalhau, que ele gosta de ingerir bebendo vinho português, e ele me afirmou que já está de saco cheio de ser vice de seu baralho e pretende jogá-lo fora, pois segundo o Chu é impossivel vencê-lo, tamanha sua argúcia no jogo. Como já está sem paciência, me confidenciou que vai comprar um baralho português para ver se consegue ser campeão. Por que um baralho lusitano, alguém sabe me dizer?

Meu amigo chinês, o Chu A. Qim
Obrigado Saint-Clair, pela ideia.

Para uma amiga

Você vai renascer
Sua alma há de voltar a ser clara
Linda mulher
Alma de criança
Que se perdeu na dança
De uma loucura indômita
Vomite a insanidade
Um dia de cada vez
Retorne à claridade
D'alma livre
Chega de escuridão
Você nasceu para iluminar
O mundo e todo mundo
Estenda  as mãos ávidas de vida
E diga: Eu posso! Eu quero! Eu vou!
Só por hoje...sempre...
Beijo neste coração que hoje
Sofre e chora
Mas breve vai voltar a sorrir e amar
Vida...bela e clara...

Vasco é vítima de "vicefobia"!

O Vasco, como até as pedras já sabiam, foi vice de novo, agora da Taça Guanabara, ao ser derrotado pelo FLOrminenC por 3 x 1 em partida terminada há pouco no Engenhão. Os gols do Flor eu não sei quem fez, e nem quero saber, só sei que vocês não devem ficar de preconceitos, praticando "vicefobia" contra o Vasco por sua dependência química e emocional de vice-campeonatos. São "viceafetivos" os pobres bacalhaus e merecem nosso respeito e consideração por sua doença. Que é incurável!
Só para lembrar: O Botafogo é o único invicto do Carioca!

                                                                        

Valeska Popozuda retorna à Sapucaí com sua "silibunda"

Valesca Popozuda (Foto: Marcos Serra Lima/EGO)
Eis aí a dona da bunda-lua, que fez sucesso em uma postagem anterior que fiz ( aqui ), e mereceu um comentário hilária de uma leitora deste literato espaço, exclusivamente devotado às famílias e aos bons costumes ( apreciar belas bundas é o melhor deles! ), leiam o desabafo da leitora: " AnônimoFeb 25, 2012 10:09 AM
TO CHOCADAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA TA PIOR QUE A MINHA MIL VEZES AGORA ESTOU ATE FELIZ COM A MINHA"
Eu acho que a carroceria da Valeska Popozuda, com seus quilos de silicone, anda precisando de uns corretivos, pois anda mais empenada que o Deivid após perder o gol mais feito de todos os tempos contra o Vasco na quarta-feira passada.
Isto não é uma bunda, meus amigos, é uma silibunda!

Sacaneando um chato na fila do supermercado

Vim da praia agora cedo e fui ao supermercado- eu sou um gênio humilde, faço coisas que vocês, mortais comuns, também fazem-, entro na fila do caixa com três senhorinhas à minha frente, logo depois chega um cidadão, por volta de seus sessenta e poucos anos, com sua mulher. Fala alto,  e logo ordena a ela:-"Mulher vai lá e pega iogurte de morango, esqueci de pegar, daquele mais barato!" Ela, subserviente, sai em disparada para cumprir a ordem do mala.
Chega a vez da senhorinha à minha frente ser atendida e vou colocando minhas compras em cima do balcão, reparo que o sujeito está prestando atenção no que comprei. De repente, sem me pedir licença, ele pega o meu saquinho de café solúvel- meu não, desculpem, eu tenho sacão!... da Nestlé -e me pergunta, falando na maior altura:  -"Este café cremoso eu não conhecia, uso o extra-forte, é bom?!" "Eu gosto!"- respondo. Nisso sua mulher volta e ele ordena: -"Mulher volta lá e pega um saquinho deste café aqui, quero experimentar- pega meu saquinho, meu não, da Nestlé, cacete!, e mostra a  ela, que sai em nova disparada para cumprir o que seu dono ordenou. Chega minha vez de ser atendido, como era pouca coisa, foi rápido e quando estou colocando as compras na sacola o mala começa a passar suas compras e diz para a caixa:"Vê o preço do café e passa logo, para adiantar!" A moça começa a olhar  preço  o em minha lista de compras, que ainda está na tela do computador, quando digo:- "Não precisa, passa o meu saco!" Caralho!, o saco da Nestlé, na leitora. A mocinha pega meu saquinho- meu não, da Nestlé, eu tenho sacão, como já foram informados anteriormente-, quando ela acaba de registrar o preço, a mulher volta com dois saquinhos na mão, que não são meus, e entrega ao marido, ele olha e começa a dar esporro: -"Não são desses, mulher, você é cega, é do cremoso!" A mulher responde: "Mas desse não tinha mais!" Ele me olha, eu já me preparando para sair, digo a ele: -"Não tem mais lá não, eu peguei o último!" Ele, com olhos rútilos de raiva, me diz: "Por que não me avisou que tinha acabado?" Eu:-"Porque você não me perguntou e eu não sou seu empregado!"
Gargalhadas na fila. Eu?! Vim-me para casa, passando mal de tanto rir. Babaca ignorante!

25 de fevereiro de 2012

Calor

calor
           que horror
                               suar
sem parar
só eu sei
                   o quanto suor suei
a minha mente quente
                 esta estapafurdicamente descontente
                                                            indolente
vagamente não
                     vaga a mente                dispersamente
maldito calor
                                          que horror
sou puro mau-humor
                                   calor
                                             calor
                                                 se vá
                                                     calor
                                                                           por favor

Pior que o BBB só a indecisão do Zé Serra, que não caga nem desocupa a moita

Como estou de mau-humor devido ao calor e doido para falar mal de alguém, escolhi o chato do Zé Serra- chato e mais feio que bater em mãe, diga-se de passagem-, que fica enchendo nossa paciência com seu joguinho barato sobre se vai ou não ser candidato a prefeito de São Paulo. Vai- e, se ganhar, vai repetir o que fez da vez anterior, quando ficou menos de 2 anos no cargo e o abandonou pra ser candidato a presidente da República. E, se for, perde outra vez.
Feio, chato e indeciso. Serra, seu mala, ou caga ou desocupa a moita, ninguém aguenta mais esta sua indecisa babaquice, muito mais chata que assistir o BBBaBBBacas, lá, ao menos, tem umas gostosonas. Melhor que olhar está sua cara de defunto arrependido. Saco!