Tô lendo aqui que Romário, Tiririca e Popó querem participar de uma mesma Comissão lá na Câmara e tenho uma sugestão a fazer, já que temos mais ministérios( 37) que igrejas evangélicas lá em Brasília, proponho a criação de mais um- que é para ajudar à maior parte dos outros a não fazerem nada-, o Ministério do Desenvolvimento do Analfabetismo e da Ignorância, a vaga de ministro seria rotativa, seis meses o Tiririca , seis o Romário e mais seis o Popó. Ah...vamos criar mais unzinho, o Ministério da Honestidade, que teria como patrono o Paulo Maluf, e também seria rotativo, uma semana para cada deputado e senador, que a honestidade impera lá no Planalto Central. Ai...ai...
26 de fevereiro de 2011
25 de fevereiro de 2011
Tiririca, o abestado sou eu
O povo elegeu
O abestado deputado
Agora a Câmara o nomeou
Para um cargo esperado
O Tiririca terá como missão
Participar da comissão
De cultura e educação
E agora digo eu
Sem medo de errar
O abestado
Sou eu

Tiririca na Comissão de Educação e Cultura
O abestado deputado
Agora a Câmara o nomeou
Para um cargo esperado
O Tiririca terá como missão
Participar da comissão
De cultura e educação
E agora digo eu
Sem medo de errar
O abestado
Sou eu
Tiririca na Comissão de Educação e Cultura
Conheça Politicamente Correto, o anão
Até esqueci, tem frequentador novo no boteco do Sabiá Zarolho, um cidadão verticalmente prejudicado, afrodescendente, gay, gago-alguém aí sabe traduzir gago para o politicamente correto, eu não sei-, e com pouca audição, além de ser um pinguço de primeira, ao ver a figura desfilando garbosamente em seu estabelecimento, Sabiá Zarolho, que já havia bebido uns dez jorginhos( conhaque Georges Albert), perde a paciência que já não tem, e grita para o pequerrucho cidadão: " Ô, Politicamente Correto, quer fazer o favor de se comportar se não vou mandar o General te expulsar aqui da caserna!"
Foi o que bastou, o boteco veio abaixo e o Josecrei Uélitô virou o Politicamente Correto, já devidamente empossado pelo Dr. Alberto Habemus Copus como mascote do boteco.
| Politicamente Correto |
O buraco no muro
Um pouco de consciência social de um homem, e novos horizontes se abrem para milhares de crianças pobres. Millôr Fernandes uma vez definiu socialismo da seguinte forma: " Socialismo é acesso!" Ao saber, ao conhecimento que é a única forma de sermos livres. E isso é OBRIGAÇÃO constitucional do Estado. Tá lá na Constituição, não fui eu que escrevi. Foram os mesmos que não a cumprem.
Senado, um antro de mordomias
O Senado tem quatrocentos e oitenta e oito servidores para tomar conta de oitenta e oito carros. E depois vocês não sabem o por quê de não termos saúde, educação, transporte, e o motivo do excesso de impostos que pagamos; aqui do lado onde moro, reside um deputado estadual, todo dia, santo ou não, o carro oficial vem buscá-lo, ele tem três motoristas à sua disposição, pago por nós evidentemente, é preciso dar um basta e acabar com os milhares cargos de confiança para dar empregos a vagabundos. Nós temos Estado demais onde não precisamos e de menos onde ele se faz necessário. E se nós não agirmos, não achem que eles vão mudar alguma coisa, político e governo só funcionam sobre pressão. Qualquer um !
Cerca de 30% da arrecadação federal é perdida em corrupção e ineficiência administrativa. Mais ou menos R$ 400 Bilhões ano, o Bolsa-Família custa R$ 15 Bilhões. Façam suas contas. Melhor, não façam nada. Como sempre.
Daqui não saio daqui ninguém me tira
A porrada quase comeu solta no boteco de Sabiá Zarolho inda pouco, o estabelecimento está lotado com a turma se calibrando para sair no Bola Preta, quando Chezinho Pouco Vara, o japonesinho fã de Che Guevara, passa com uma sacola, o General, ainda gerente da casa, vira-se para o Chezinho e diz:
- Tem alguma coisa de comer aí?- Você, General, é um otário, tava comendo o melhor caviar da região( referindo-se a Dilma, a estonteante mulata que comanda a cozinha do boteco) e agora fica aí pedindo esmola em tira-gosto alheio...vai procurar um bode pra beijar!
General, do alto de seus metro e noventa de afrodescedência partiu pra cima de Pouca Vara que, ágil como nossos políticos em abrir os cofres da Viúva, correu para a cozinha e se instalou atrás das calipígias de Dilma, outrora frequentadas com zelo por General, que perdeu a guerra e seus principais despojos. Ao ver Dilma, General parou, a turma do deixa disso chegou e a situação ficou serenada, Chezinho, protegido pelas fartas nádegas de Dilma, cantava sem parar: " Daqui não saio/ daqui ninguém me tira...para gáudio geral da troupe de Sabiá Zarolho. Menos o General.
| Chezinho Pouca vara |
Que sejam livres por nós
A liberdade é a única coisa que os homens não desejam; e isso por nenhuma outra razão (julgo eu) senão a de que lhes basta desejá-la para a possuírem; como se recusassem conquistá-la por ela ser tão simples de obter.
Etienne de La Boétie foi um filósofo francês( 1530-1563), contemporâneo e amigo de Montaigne, foi um dos precursores dos movimentos anarquistas e da não-violência para se derrubarem ditaduras que oprimem seus povos, escreveu um dos mais belos libelos sobre a liberdade, Discurso Sobre a Servidão Voluntária, do qual extrai o trecho acima.
Sim, somos capazes de suportar ditaduras, governos ineficientes, injustiças e uma série de mazelas, apenas por não sermos conscientes de nossa liberdade, de a entregarmos na mão de outrem para que seja livre por nós.
Quando o governo Lula, em quem votei por duas vezes, começou a explorar o Bolsa-Família como seu principal mote eleitoral, pensei cá comigo: eles deviam é pedir desculpas à nação, todos eles, por ser preciso distribuir esmolas a milhões de pessoas para que não morram de fome.
É assim, se entregamos nossa liberdade para que a governem por nós, os governantes vão comer o filé e distribuir nervos e pelancas para o povo. Vejam com brigam feito hienas, PT e PMDB, pela distribuição de cargos que deveriam ser exercidos por profissionais concursados, funcionários do Estado e não indicado por interesses particulares de um ou outro partido, de um ou outro Sarney; claro está que vão administrar(?) não olhando os interesses primeiros da nação, mas sim dos seus "patrões" que os assentaram nas belas sinecuras que pagamos subservientemente para os donos de nossa liberdade.
Somos adeptos do " é assim mesmo!"Não, não é assim mesmo, só o é porque aceitamos que seja.
Quem quiser ler o ensaio todo vá em: Cultura Brasil
Assinar:
Postagens (Atom)