6 de fevereiro de 2022

Resposta a Eduardo Bolsonaro

Resposta a Eduardo Bolsonaro

Um dia depois de ter relacionado a contratação de mulheres com o acidente na obra da linha-6 do metrô de São Paulo, o deputado Eduardo Bolsonaro tentou rebater a enxurrada de críticas por seu comentário.
“Isso tudo que estamos vivendo é a ditadura do politicamente correto. Em que pouco importa a meritocracia, mas sim a cor da pele, o sexo, dentre outras características da pessoa que nada se relacionam com o trabalho que ela vai fazer. É contra isso daí que eu não consigo ficar quieto”, afirmou.
“O feminismo cresce por causa de homem frouxo (…). Para que o mal prevaleça, basta que os bons silenciem. Minha dica para você hoje é: ‘Não fique quieto’. Não se permita ser censu
Aos fatos
Dudu Bananinha sugeriu que o acidente no metrô paulista aconteceu por conta do número de mulheres que trabalham na empreiteira responsável pela obra. Cadê as provas do fato?
O sujeito, não satisfeito, culpa o "politicamente correto" pelo crescimento feminismo. Não, seu fascista ignaro, o feminismo é bem anterior ao politicamente correto, e surgiu por conta da opressão milenar que as mulheres sofreram e ainda sofrem unicamente por serem mulheres. É questão de justiça apenas.
Dudu segue com sua prosopopeia falando em meritocracia. Um sujeito que nunca trabalhou na vida falar em meritocracia era para ser hilário- mas, vindo de quem veio, é asqueroso.
Não satisfeito, o analfabeto funcional fascista, ainda usa uma frase do filósofo e político irlandês Edmund Burke (1729-1797), sem citar o autor, claro, para tentar dar alguma erudição à sua diatribe eivada de falácias. O pensamento de Burke, por sinal, foi muito mal colocado. O que pode ter de bom no caráter de alguém que se orgulha da própria ignorância e estupidez?
Para terminar: homem frouxo, Dudu Fascistinha, é aquele que precisa defender preconceitos contra seus semelhantes para satisfazer o ego podre, assim como o seu, que possui.
O Brasil precisa enxotar essa gentalha estúpida do poder!

5 de fevereiro de 2022

DESDE QUE SEJAM PRETOS- André Luiz Davila

 DESDE QUE SEJAM PRETOS

André Luiz Davila

O açoite é corretivo,
Desde que seja nos pretos!
O açoite é pedagógico,
Desde que seja nos pretos!
O açoite é legítimo,
Desde que seja nos pretos!
A bala perdida é um acidente,
Desde que atinja um preto!
O esculacho é livre,
Desde que descarregado em um preto!
A fome negra é invisível,
Porque negra é a cor dos pretos!
Os pretos são livres,
Livres para morrer como pretos!
Africanos, latinos, norte-americanos,
Pretos são sempre pretos!
O joelho do policial pode asfixiar,
Desde que esteja no pescoço de um preto!
Os capitães do mato podem caçar,
Desde que a caça seja preta!
As cadeias podem lotar,
Desde que superlotadas de pretos!
Preto aqui tem várias cores:
Preto, pobre, favelado, mulher, gay, trans...
Petrópolis, verão bárbaro de 2022.

André Luiz Davila é filósofo, poeta, professor, primo e padrinho do meu filho- mas, acima de tudo, é um grande humanista.

Baixo índice de vacinação infantil é derrota da civilização frente a barbárie fascista

 Editorial do Barão

O baixo índice de vacinação infantil é mais um recuo civilizacional que o Brasil enfrenta após o fascismo bolsonarista assumir o poder. Uma "vitória" do sociopata Jair Bolsonaro e sua turba de negacionistas.
Estão muito enganados os que supõe que Jair Bolsonaro é carta fora do baralho na eleição presidencial. Com o poder da caneta presidencial e contando com cerca de 25% do eleitorado fiel a ele, Bolsonaro continua no páreo e é o maior desafio que nossa democracia enfrenta desde a redemocratização.
Repetindo o que venho dizendo faz tempo: se for derrotado Jair Messias Bolsonaro não entrega o poder pacificamente. Quem viver verá...
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4 de fevereiro de 2022

N0 Brasil não basta ser racista, é preciso culpar a vítima pela agressão que sofreu.

N0 Brasil não basta ser racista, é preciso culpar a vítima pela agressão que sofreu.
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Segundo os especialistas em vida saudável eu morri em 1672

 Morri em 1672

Não bebo há quase três décadas (parei em 1994), parei de fumar tem 9 anos(2013), e evito comer "porcarias"- que, em geral, são deliciosas.
Andei fazendo umas contas e fiquei abismado! Pela quantidade de álcool que já bebi, de cigarros que fumei e de "porcarias" que comi, eu morri há uns 350 anos, segundo os especialistas em vida saudável, que são, na verdade, especialistas em estragarem o nosso prazer de viver. Pelas contas deles este Barão, embora tenha nascido em 1956, morreu em 1672, bem antes de nascer, pois. E sem nunca ter ficado doente. Saco!
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3 de fevereiro de 2022

A piada pronta do século: bolsominions vão fazer "jegueata" para Bolsonaro

 BarãoNews urgentíssimo

"Apoiadores de Jair Bolsonaro estão organizando para o presidente da República uma ‘jegueata’ na cidade de Jardim de Piranhas, no Rio Grande do Norte, na semana que vem."
Os promotores da "jegueata" estão de parabéns
, vão organizar algo que faz sentido no Brasil atual.
A "jegueata" do Bozo vai entrar para os anais de nossa história como a piada pronta mais hilária de todos os tempos.
E tem mais: a histórica "jegueta" vai acontecer no Jardim das Piranhas... É, a tradicional família brasileira, que o Bozo diz representar, perdeu o pudor de vez, vai desfilar no recanto das "primas".

O furdunço vai acontecer no Rio Grande do Norte, durante a visita que o Bozo vai fazer ao Nordeste.
Tô "paçunu" mal de tanto rir...
😂🤣😂😅😂🤣😅😂🤣😅😂🤣

Esqueçamos o Brasil grande e pensemos no Brasil justo

 Utopia

Delfim Netto, então ministro da Fazenda da ditadura militar, explicando o motivo do Brasil estar crescendo tanto (período do "milagre econômico") e o povo continuar na merda, respondeu que "primeiro era preciso fazer o bolo crescer para depois distribuí-lo". Claro que o tal "milagre" não durou muito. Os de cima, como desde sempre, comeram todo o bolo, sobrando ao povo as migalhas e as contas a pagar da maior inflação de nossa história, que começou sua ascensão meteórica no governo Figueiredo- o últimos dos generais ditadores- e foi explodir de vez no governo Sarney.
Talvez, só talvez, se fizéssemos um bolo menor, mas partilhado entre todos, mesmo com pedaços desiguais, fossemos uma nação mais justa e menos violenta.
Esqueçamos o Brasil grande, o país do futuro que nunca chega, e pensemos no Brasil justo, do presente que podemos construir.
Sim, utopia, mas o que seria da vida sem os sonhos?